domingo, 20 de novembro de 2011

Encontro 20 Anos C&A

http://primeirainfancia.org.br/?p=6826
Esse foi um encontro de muita celebração e amizade!

domingo, 25 de setembro de 2011

Depoimento prof. Everton ("Mundo Mágico") formador PLPK



"Uma das atividades realizadas no último encontro de formação do Projeto Paralapracá realizado no último dia 09 de setembro, foi a confecção de instrumentos sonoros, visto que o eixo a ser desenvolvido é o Assim se canta.Durante o processo de criação do instrumento sonoro escolhido por mim,chamou-me a atenção o aproveitamento de material de sucata para a confecção do mesmo,no caso em específico a parte interna dura do coco,na qual decorre o nome do instrumento,a “conga”.Para que o instrumento fique mais interessante e chame mais a atenção das crianças,decidi pintá-lo com tinta guache de diversas cores,inserindo nessa atividade,aspectos do eixo “Assim se faz Arte”. Quando da experimentação do mesmo para todo o grupo, pôde-se observar os diversos timbres advindos do contato entre as partes do instrumento e também as diversas formas de utilizá-lo em sala de aula com os alunos, sendo também excelente recurso sonoro em contação de histórias, utilizado em conjunto com outros instrumentos musicais,bem como em aulas que envolvam o tema música,explorando as diversas características do som."

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Compartilhando

É preciso estimular a produção artística desde cedo

Estimular a produção artística proporciona as condições para identificar marcas pessoais na hora de criar e de apreciar obras de arte

Marisa Szpigel (novaescola@atleitor.com.br)

Foto: Rogerio Pallatta

Marisa Szpigel | Estimular a produção artística proporciona as condições para identificar marcas pessoais na hora de criar e de apreciar
Foto: Rogerio Pallatta

Desde muito cedo, o mundo é um campo de investigação para as crianças. Tudo vira objeto de investigação. Mole, duro, fino, grosso, macio, áspero, pequeno, grande. Os olhos e as mãos se movem rapidamente - e narizes, orelhas, cabelos, óculos, brincos, chaves e chocalhos estão entre os "alvos" prediletos. E tudo passa pela boca. Nessa fase de descoberta, cabe aos adultos sinalizar o que pode ser experimentado. Na Arte, a experimentação é fundamental e esse espírito deve ser estimulado. Sabemos que os pequenos não fazem Arte porque não têm a intenção de fazê-lo, mas o educador bem preparado pode realizar um bom trabalho. É freqüente na Educação Infantil focar os procedimentos. Ao potencializar as possibilidades de meios, suportes e ferramentas, fica mais fácil identificar marcas pessoais.

A tônica entre 1 e 2 anos é o movimento. Nessa fase, valem diversos suportes: superfícies lisas e ásperas, grandes e médias, bidimensionais e tridimensionais etc. A criançada pode pintar sobre paredes, azulejos, tecidos, plásticos... O mesmo vale para a posição: sentado, em pé, deitado, com o papel na vertical (na parede) ou na horizontal (na mesa ou na chão). Apontar as diferentes maneiras de ocupar o espaço pode contribuir para que todos se lancem em novas pesquisas.

Entre os 2 e 3 anos, os pequenos apreciam cada vez mais coordenar o prazer motor com o prazer visual, ou seja, ver o resultado de seus gestos e movimentos. Em alguns casos, eles anunciam o que vão desenhar: um super-herói, um bicho, a mãe. Isso não significa que cumprirão essa intenção. Nessa idade, o interesse está no como fazer, não no que fazer. As cores têm muitos significados e os suportes podem sugerir formas. O desenho vai se desemaranhando e a pintura passa a apresentar massas de cor separadas. O momento é de favorecer os avanços tanto em direção à figuração como à não-figuração.

Enquanto as crianças exploram, os educadores devem socializar as descobertas para que as trocas ocorram. Quando o adulto comenta o que os pequenos fazem, legitima e valoriza as conquistas, além de comunicar aos outros que eles também podem experimentar possibilidades. Os procedimentos também precisam ser considerados: ensinar desde cedo a usar a colher para comer e o pincel para pintar. Da mesma forma, a sopa serve para comer e a tinta para pintar. Nessa fase, não é bom apresentar a escova de dentes como uma ferramenta de pintura, pois a criança primeiro precisa conhecê-la em sua função original.

As propostas, na maioria das vezes, devem ser individuais, pois as crianças não trabalham em grupo, mas lado a lado. Como o processo é mais importante que o produto, está totalmente liberado fazer e desmanchar. Nem tudo precisa ser exposto, mas algumas produções podem ser colocadas em murais baixos, para revelar a importância de apreciar. As próprias crianças nos mostram como o olhar faz sentido. Hoje, a quantidade de estímulos visuais é muito grande e um modo de ajudá-las a conhecer e selecionar o que lhes interessa é criar situações de observação e conversa partindo de imagens, como reproduções de obras, fotos, vídeos, postais, slides, transparências, desenhos e pinturas infantis. Observar imagens de artistas em seus ateliês, na relação com diferentes materiais, ajuda a ampliar as referências como apreciadoras de Arte e nas produções próprias.

Marisa Szpigel é formadora de professores em Arte e coordenadora do educativo do Instituto Moreira Salles, em São Paulo

NOVAESCOLA - Publicado em , Agosto 2007

domingo, 18 de setembro de 2011

Convite "Primavera no museu"





Lançamento dos anais do II seminário da rede dos educadores em museus. Quinta 22/09 às 18:00 no Museu do Ceará.

"Assim se canta"


















"A música é uma das expressões mais presentes na Educação Infantil. Que lugar a música ocupa na sua instituição? Qual seu papel de educador em relação a esse aspecto? as músicas são valorizadas como expressão cultural?O que as músicas que as crianças cantam revelam sobre sua cultura musical?" (caderno assim se canta do Paralapracá p.7)


Essas e outras inquietações são um pouco das primeiras reflexões sobre nosso papel enquanto educvadores da Educação Infantil. Poderemos compreender a música como um importante elemento da expressão cultural, assim devemos encaminhar e integrar experiências que envolvem vivências, percepções e reflexão acerca do ensino da musicalização na escola!



Vivências com professores em formação são momentos ricos de significados e muita criatividade!













segunda-feira, 8 de agosto de 2011

MOSTRA DE ARTE PARALAPRACÁ (CAUCAIA-CE)













A "MOSTRA DE ARTE" DO PARALAPRACÁ NO MUNICÍPIO DE CAUCAIA MARCOU O RECEBIMENTO DOS MATERIAIS DE ARTE RECEBIDOS DO INSTITUO C&A NO PROJETO PARALAPRACÁ!

CONTOU COM A BELEZA DOS TRABALAHOS DAS CRIANÇAS QUE ESTAVAM NO "CAPRICHO", COM AS COORDENADORAS E ALGUMAS PROFESSORAS DAS ESCOLAS. FOI UM MOMENTO MUITO ESPECIAL PORQUE TIVEMOS O RECONHECIMENTO DO MUNICÍPIO NA PRESENÇA DA SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO CLÁUDIA DE PAULA, DA SUPERVISORA E COORDENADORA DA EDUCAÇÃO INFANTIL ROSANE GARCIA E TODA A EQUIPE TÉCNICA DO MUNICIPIO (ATENÚSIA, JOTACÍLIA, ELISETE, MARTINHA...) E O APOIO DE TODOS OS DEMAIS QUE COMPÕEM A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, SEM CONTAR COM A COMUNIDADE QUE NOS PRESTIGIOU BASTANTE LEVANDO AS CRIANÇAS A UMA VISITA AO STAND DE ARTE! A NOITE FOI DE GRANDE APRECIAÇÃO E BRINCADEIRAS, REGISTRAMOS A PRESENÇA DE TODOS E AGRADECEMOS O TRABALHO DA SECRETARIA, A ORGANIZAÇÃO DAS COORDENADORAS E PROFESSORAS E PRINCIPALMENTE AS CRIANÇAS QUE AO RECEBEREM MATERIAIS DE ARTE DO INSTITUO C&A CONTRIBUIRAM COM SEU TALENTO E EEXPRESSÃO!























































domingo, 3 de abril de 2011

O registro das experiências culturais que podem ser desenvolvidas na escola de Educação Infantil.

Existem diversos elementos culturais que podem ser propostos na escola como forma de brincadeiras, podemos ter um registro da imensa coletânea desses elementos, com o sentido não só de registrar e guardar, mas de produzir cultura, valorizá-la, e ampliar o repertório cultural das crianças, integrando-os às práticas educativas. Como já dizia Paulo Freire, que o homem é um ser de relações, não só de contatos, não apenas está no mundo, isso resulta de sua abertura à realidade, que o faz ser o ente de relações que é, cabe a nós essa referência para pensarmos sobre a importância de resgatar e compartilhar os elementos da cultura comunitária, e isso também é papel da escola de Educação Infantil, valorizar a cultura da comunidade na qual está inserida, trazer para a escola seus aspectos mais importantes e vivos. A cultura comunitária vai acolhendo o que está no mundo, na multidão e muitas vezes deixa de dar atenção ao que é próprio do ser, ao que é singular, isso acaba sendo vivido também pelas crianças e é preciso a experiência do brincar ter valor e fazer sentido para ela. Vivemos misturados na cultura, homens, mulheres, adultos e crianças, entre narrativas, ritos, mitos e experiências lúdicas diversas. Podemos destacar entre muitas atividades da educação infantil, a experimentação de brincadeiras transmitidas na oralidade e na experiência: brincar de amarelinha, de pega-pega, de correr, de pular corda, de casinha, de carrinho, de peteca, bola de gude, bater bafo, pular elástico, subir no pé de lata, descer a ladeira de rolimã. Tudo isso parece muito saudoso, mas o fato é que é necessário que possamos olhar com as crianças ao nosso redor e verificar as formas que brincam e seus interesses. Participar com elas das descobertas e fazer propostas interessantes, contanto que continuem brincando, dando significado a essa ação, pois as brincadeiras podem nutrir as crianças de elementos que irão compor sua individualidade.